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20 de out. de 2016

Daredevil (Primeira temporada)


   Oi gente! Hoje eu vou fazer uma review bem rapidinha da primeira temporada da série Daredevil (Demolidor). A série é original da Netflix, primeira produção em parceria com a Marvel, já tem duas temporadas (em breve faço review da segunda também) e já esperamos ansiosamente pela terceira.

   O Demolidor já é um personagem bem conhecido do universo Marvel, houve inclusive no ano de 2003 uma adaptação cinematográfica com Ben Affleck, mas não deu muito certo, então em abril de 2015 a rainha  Netflix trouxe o Matt Murdock de volta em uma série maravilhosa. <3

   Pra quem quer saber se a série tem alguma ligação com o universo cinematográfico da Marvel, tem sim, a série já no primeiro episodio mostra a devastação que a Batalha de New York (The Avengers, 2012) provocou em Hell's Kitchen, lar de Matt Murdock, que está retornando, após formado em direito com seu melhor amigo Foggy, para juntos abrirem um escritório. Daredevil também faz ponte com Agents of S.H.I.E.L.D. quando em flashbacks mostra o orfanato onde Matt morou: o Saint Agnes, mesmo orfanato em que vive a Skye/Daisy de AoS. Tem Stan Lee, porque claro, ele não perde uma, e muitas outras ligaões com outras producoes.
     
     No meio do caos de Hell's Kitchen, surgiram mafiosos, empresas corruptas, para se aproveitarem da reconstrução da cidade após a guerra e é nesse cenário que Matt irá iniciar sua carreira de combate ao crime: de dia, como advogado e de noite, como justiceiro.



    O primeiro caso que a dupla novata de advogados, Nelson & Murdock irá pegar é decisivo para o desenrolar da trama, em ambos os lados. A primeira cliente da dupla é Karen Page, acusada de um assassinato que não cometeu, e por não ter como pagar pelo serviço da dupla, vai ser a assistente deles e se torna uma personagem de peso para a história. Eu simplesmente amei a Karen, é uma personagem feminina muito forte, ela evolui bastante, e consegue roubar a cena com sua determinação e coragem, e junto com Matt e Foggy mergulha de cabeça no submundo do crime. 



    Algo que gostei na série foi não enrolarem tanto com o passado do protagonista, já no início, mostram o acidente na infância do Matt, em que um caminhão de produtos químicos deixaram-no cego e ampliaram seus sentidos, e aos poucos, no decorrer da trama, é que vamos vendo seu passado com seu pai, que era lutador, o que explica o apego do Matt a academia, a escolha da cor do seu uniforme. Mas tudo isso sem ser cansativo.

      Definitivamente, Daredevil não é uma série para crianças, a série é bastante violenta, e nesse aspecto é bem diferente do universo dos filmes e até mesmo das séries da Marvel que passam/passavam na tv (Agents of Shield e Agent Carter). Por não ter que passar pela censura mais "rígida" da televisão a Netflix teve liberdade para dar um tom mais sombrio à serie. Mostra o submundo do crime sem glamourização, nada de lutas muito coreografadas como as da Viúva Negra ou do Capitão América, tem muito sangue, muita brutalidade, são lutas de tirar o fôlego, em algumas até o próprio Matt cai. É aí onde entra a Claire Temple, enfermeira do Metro-General, que em alguns momentos ira cuidar dos ferimentos do Matt ( e que aparece também em Jessica Jones e Luke Cage).



   Quanto aos vilões, temos os mafiosos russos, japoneses e chineses, mas quem se levanta como rei é o Wilson Fisk, um homem cheio de tiques, apaixonado pelo lugar onde viveu a infância, pretende transformar Hell's Kitchen em lugar melhor.  Claro, melhor do seu ponto de vista. Ele usa métodos bastante questionáveis, e está disposto a passar por cima de tudo e todos para atingir seu objetivo. E Matt, vai lutar de todas formas para detê-lo, quando falo todas, digo como advogado e justiceiro, porque não foi só o lado justiceiro do protagonista que foi bem trabalhado, mas o advogado também. 



      Mesmo que em alguns (poucos) momentos a série enrole um pouco, vale muito a pena ser assistida, esse tom mais adulto que a Netflix trouxe para as adaptações da Marvel é simplesmente maravilhoso. Super recomendo a série, até porque ela já está na minha lista de séries favoritas. 
     E vocês já assistiram? O que acharam da série? 

13 de jan. de 2016

Shadowhunters S01E01 – The Mortal Cup


Hoje foi a estreia de Shadowhunters no Netflix, e desde que vi a primeira promo da série fiquei mega ansiosa pela estréia. Ainda não li os livros, como a maioria do pessoal que estava também morrendo de ansiedade, mas quando assisti ao filme, fiquei muito interessada pelo mundo das sombras, apesar de ter achado o filme bem confuso.

Pra quem não sabe, a série de tv não é primeira adaptação da série de livros Os Instrumentos Mortais, houve uma adaptação cinematográfica do primeiro livro (Cidade dos Ossos) em 2013, mas a franquia foi cancelada. Até que em maio de 2015 a Free Form (antiga ABC Family) anunciou que haveria uma série. Eu prometi que leria os livros antes de estrear a série, mas bem, 2015 foi um ano bem corrido e não deu. Então não vou analisar a série no quesito adaptação, mas apenas como uma série mesmo.

Bem, vamos ao que interessa: o que eu achei desse primeiro episodio. (Contém alguns spoilers, mas tentarei ao máximo não falar muita coisa, ok? Quem quiser apenas saber o que eu achei, sem ler os spoilers, pode pular direto para o último parágrafo.)

O episodio já começa mostrando os caçadores de sombras em ação, até o momento em que Jace esbarra com Clary e estranha o fato dela conseguir vê-lo. Depois da cena voltamos há 8 horas antes. 

É o aniversário de 18 anos de Clary , e tudo está prestes a mudar na vida dela. Sua mãe, Jocelyn, lhe entrega de presente uma estela, diz que é uma relíquia de família e que precisa conversar com Clary. Elas acabam adiando a conversa para a manhã seguinte, pois Clary já tem planos para o seu aniversário. É quando vamos embarcando nesse universo. 



Ao decidir seguir Jace até a Boate Pandemonium Clary vê Jace, Alec e Izzy lutando e  claro, não compreende o que vê, volta para casa apavorada e ao contar o que presenciou a sua mãe, ela vai finalmente tentar lhe contar toda a verdade, só que não há mais tempo, depois de 18 anos Jocelyn é encontrada por alguém de quem fugia todo esse tempo.

Sem casa, e sem família, Clary vai fazer de tudo para encontrar sua mãe. A única pessoa em quem ela realmente confia é seu melhor amigo Simon, mas só quem pode ajudá-la é Jace, ajudá-la a entender quem é, e entender esse novo mundo. 

Eu confesso que gostei bastante desse primeiro episodio, já vi a promo do próximo e tô bem ansiosa. Algumas coisas são bem semelhantes ao filme, visto que foram adaptados do mesmo livro. Pelo que vi nesse primeiro episodio, a série tem um universo mitológico muito vasto e eu tô louca para ver isso tudo sendo explorado. 

Vou deixar aqui o trailer, para quem ainda não assistiu:






10 de jan. de 2016

Listinha de Favoritos: Filme The Spectacular Now



The Spectacular Now é uma adaptação do livro de mesmo título, que mistura romance, drama e comédia (como não li o livro, falo baseada no filme). Gira em torno de Sutter (Miles Teller), um garoto que não leva a vida a sério, não tem o menor interesse em terminar os estudos, para ele importa viver o agora. Ele vive sempre bêbado, talvez um reflexo de seus problemas familiares, sempre tentar disfarçar seus problemas com uma boa dose de humor e Whisky.  Sutter já deveria estar no mundo adulto, ter terminado a escola e está construindo seu futuro, porém o jovem "se recusa a crescer".

Aimee (Shailene Woodley) é bem diferente de Sutter, focada em estudar, sonha com um futuro que por conta de seus problemas familiares talvez não seja possível. Aimee se sente responsável pela família, apesar de ter sua mãe e um padrasto, e não consegue viver sua própria vida sem carregar consigo esse peso.


Apesar de diferentes, Sutter e Aimee conseguem se entender, e a convivência causa mudanças em ambas as personagens. O relacionamento deles é marcado por muitos altos e baixos, mas tudo no enredo do filme é aceitável, não tem nada de surreal na história, os acontecimentos são fatos que muitas vezes acontecem no dia a dia dos adolescentes, e acho que é isso que torna o filme tão "espetacular". O filme mostra a alegria da juventude e as incertezas quanto ao futuro, e como cada personagem enfrenta (ou não) seus conflitos.


O filme consegue casar muito bem humor e drama , deixando bem próximo da realidade adolescente, afinal de contas a adolescência é isso: cheia de altos e baixos. Por ser tão simples, mas ao mesmo tempo tão complexo foi que o filme me ganhou. Acho que ele não é tão conhecido, mas na minha opinião vale muito a pena assistir.


26 de dez. de 2015

Listinha de Favoritos: Filme Love, Rosie



Hoje eu venho falar com vocês de um filme super lindo que fala sobre amor e amizade. O filme vai contar 12 anos da vida dos protagonista Rosie e Alex. O filme começa pelo final, o que deixa a pessoa curiosa para saber o que aconteceu até chegar ali. Eu já comecei a shippar o casal na primeira cena deles juntos, e sofri a cada revirovolta da trama. 

O filme a princípio parece ser mais um clichê: dois melhores amigos que se gostam, mas não querem estragar a amizade. Bem, é isso, só que a história deles vai se tornar bem mais complicada a partir do momento que Rosie engravida e abandona os planos de ir para faculdade em Boston com Alex. Ela decide não contar a ele, e deixa que ele siga sua vida, pois ela fez planos de entregar a criança para adoção, e voltar aos seus planos de ir à faculdade. Só que mais uma vez a vida de Rosie muda, e ela decide ficar com sua filha e viver um dia de cada vez. 

Daí por diante veremos passar 12 anos da vida dos personagens, sem tanta profundidade, só "parando" em alguns momentos relevantes para a história. Durante todos esses anos Rosie e Alex passam por vários desencontros, vários amores, vários dramas. E  embora numa comédia romantica a gente sempre já saiba de início que o casal principal termina o filme junto, o que torna o filme interessante são as problemáticas vividas pelo casal, e em Love, Rosie, são pequenos acontecimentos que mudam todo o curso da história, o que, na minha opinião deu uma atmosfera bem legal ao filme. Outro ponto muito legal no filme foi a química entre Lily Collins e Sam Claflin que me fez comprar logo de cara a história do casal. 


Quem me conhece bem sabe que eu não sou fã número  de comédias romanticas, gosto de assistir para passar o tempo, por ser filmes em sua grande maioria com uma atmosfera bem leve e divertida, mas Love, Rosie me conquistou e vale a pena a recomendação aqui no blog.

16 de jun. de 2015

Listinha de Favoritos - Filme: The Perks of Being a Wallflower


Hoje eu estava procurando um filme legal pra assistir na Netflix quando vi The Perks of Being a Wallflower (As Vantagens de Ser Invisível) e decidi assistir novamente. 

O filme é uma adaptação do livro de Stephen Chbosky e conta a história de Charlie, um adolescente com problemas que acaba de entrar no Ensino Médio. Durante todo o filme vemos Charlie escrever cartas à um amigo, contando sobre o seu dia a dia, suas tristezas e alegrias, cada novidade, cada drama. 

Charlie não tem amigos ao chegar na escola, mas acaba por fazer algumas amizades que vão fazer toda a diferença, com destaque para Sam (a linda e diva da Emma Watson <3) e Patrick. O filme é bem tocante, todos os personagens são ótimos, mas eu me identifiquei em alguns aspectos com Charlie e Sam, o sonho de Charlie de ser escritor e sua paixão por livros e a ânsia de Sam em ser amada. 

Ainda lembro quando soube da notícia de um filme com o Logan Lerman, Emma Watson e Nina Dobrev no elenco, eu literalmente pirei. Mas não só por conta dos atores - que fazem uma atuação incrível, diga-se de passagem - o filme em geral é muito bom. Depois de assistir o filme pela primeira vez li o livro, que é ainda melhor! E pra quem ainda não assistiu ficar com gostinho de quero mais, separei para vocês algumas falas de uma das minhas cenas favoritas, que é um diálogo de Sam e Charlie.

... - Porque eu e todos que amo escolhemos pessoas que nos tratam como insignificante? -  Nós aceitamos o amor que achamos merecer.
Não pode colocar a vida das pessoas à frente  da sua e achar que isso conta como amor.
Não quero ser a paixonite de ninguém, quero que gostem do meu verdadeiro eu.